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관리자  Homepage Email [2022-09-15 14:30:44]  HIT : 103  
Lucas 13:34: “Jerusalém, Jerusalém, que matas os profetas, e apedrejas os que a ti são enviados! Quantas vezes quis eu ajuntar os teus filhos, como a galinha ajunta a sua ninhada debaixo das asas, e não quiseste!”

Amados irmãos, servos do Deus Altíssimo,
Grande tem sido o empenho para que a obra do Senhor avance. A cada viagem missionária sentimos no coração que a segunda vinda de Jesus se aproxima. Na verdade, não podemos nos embaraçar com nada deste mundo. Precisamos, como bons servos de Deus, avançar, sem murmurações e sem distrações, ainda que sejamos rejeitados.
Nesta carta que vos escrevo, desejo contar como foi a experiência da nossa última viagem. De 9 a 17 de agosto de 2022, fomos para a área de Santo Atanásio com o apoio de Han Ae-kwon (Han Jong-seok).

Antes de relatar como ocorreu, preciso recapitular algumas notas das viagens passadas.

        No final do ano passado, em 2021, foram feitos dois planos de viagem do barco-hospital para a área de Santo Atanásio, onde reside a tribo Hupda. A primeira viagem ocorreu no início de junho e a segunda estava prevista para setembro. No entanto, se o rio, que já é estreito, seca repentinamente, é impossível entrar ou sair por ele. Então, tivemos que adiantar a viagem para o início de agosto.

  Após o término da primeira viagem, no início de junho, fiquei imensamente grato por toda a ajuda recebida, pelos que oram, pelos que mantém a obra e pelos que comigo compartilharam aquela missão. Deus verdadeiramente ouviu as orações da sua santa igreja, pois além das minhas habilidades e forças, cumprimos a missão. Como informei no meu relatório de junho, aquela área é muito distante e as condições da viagem são extremamente precárias. As tribos indígenas que vivem lá são as mais pobres e isoladas dentre todas as tribos ao seu redor. Assim, a assistência médica e a oportunidade de ouvir o evangelho é ínfima. Dentre os 25 postos de saúde de São Gabriel da Cachoeira, aquela é uma área com altos índices de depressão e suicídio na adolescência. Então, preparei a viagem em meus sonhos, com planos mais específicos de como convidar a tribo Hupda para o seminário e ajudá-los.

  Em 9 de agosto de 2022, às 14 horas, saímos para Santo Atanásio com o pastor Yoo Ki Won e o seu filho Joseph, Yoo Young-soo, um cirurgião ortopédico que sempre se regozija com essas viagens difíceis, os irmãos Marcelo que vieram fazer documentários, um psicólogo e um enfermeiro do DSEI além de dois técnicos de enfermagem que se juntaram a nós na comunidade de Maravitana.

Foram 16 horas para o barco-hospital chegar ao destino desejado, o que ocorreu às 12 horas do dia 10 de agosto na cachoeira de Ipanoré. Assim que o barco-hospital chegou, almoçamos, arrumamos nossas próprias bagagens, a bagagem compartilhada e descemos imediatamente. Era para termos caminhado ao longo da cachoeira por uma estrada de 4 quilômetros, ao lado dela. Ao contrário da última vez, entretanto, um caminhão maior e melhor estava nos esperando. Carregaram toda a bagagem em 2 lanchas e desceram até a cidade de Urubuquara, acima da cachoeira.

Tínhamos 2 lanchas no rio em Urubuquara. Embarcamos e chegamos à cidade de Maravitanas por volta das 17 horas. Lá, nos juntamos ao enfermeiro Jeremiah e dois navegadores e cuidadores da enfermagem.

  Mesmo sendo um missionário experiente na localidade que Deus me reservou, ao trocar a roupa que estava usando o dia inteiro, por uma bermuda (que facilita a locomoção na selva), o inesperado aconteceu: fui atacado por um inseto chamando Maruins, tendo recebido várias picadas! Minhas pernas, braços e a cabeça foram atingidas e uma dor terrível tomou conta de mim. A sensação era de que o meu corpo estava em chamas. Pedi que o irmão Marcelo me emprestasse o repelente, para evitar um novo ataque. Depois de um tempo a dor diminuiu. Ao passar por tal situação, o ser humano sente uma dor tão insuportável que, se demorar muito a passar, deseja morrer. Contudo, em momentos difíceis, guardo a santa palavra de Deus, crendo que todos os meus dias estão escritos no livro da vida. Deus, em Sua santa graça, me deu livramento. Esta não foi a primeira vez que isso aconteceu! Deus é o meu dono e o dono de toda a fauna e flora do mundo inteiro, Ele cuida de nós.

Recordo-me que no ano passado um missionário canadense pegou febre amarela na Coréia e cometeu suicídio. Ao contrário de outros missionários, ele não morava na área de residência destinada a eles, mas sim morava em uma aldeia geral, onde os coreanos viviam e faziam o trabalho evangelístico. Teve febre alta, vindo a sofrer muito, paralisando todos os seus pensamentos. Ele só queria morrer, não conseguia pensar em mais nada. Então, com uma pistola, deu fim à sua vida. A Amazônia é uma terra desconhecida. Mesmo depois de 31 anos nela, passo por dificuldades. Mas sou grato por essas provações, pois elas me lembram que devo estar sempre vigiando e orando. A Amazônia é uma universidade para aniquilar nosso maior inimigo: o ego.

O irmão Marcelo, que estava encarregado de fazer o documentário, veio da mesma igreja do reverendo de mesmo nome, Marcelo, que serviu fielmente à nossa igreja por 2 anos. Ele veio à Amazônia e ficou alguns dias comigo para fazer esse trabalho. Oremos para que o Senhor direcione o seu coração e que esse documentário glorifique a Deus!

No dia 10 de agosto, ficamos no posto de saúde. Na manhã seguinte, dia 11 de agosto, tomamos café da manhã com biscoito, cuscuz de milho, linguiça calabresa salgada e arroz, feitos pelo nosso ministro Fábio, e foi também acondicionado o almoço, em 2 potinhos. Às 9 horas retomamos a viagem de lancha até o nosso destino, Boca de Traíra.

Viajamos por 2 horas pelo rio Uaupés e depois as 2 lanchas entraram no rio Japo, o que, por ser muito estreito e de pouca largura, muitos obstáculos estavam nos esperando.

O nosso grupo chegou à aldeia de Boca de Traíra às 14 horas. Descansei naquela tarde e tratei de alguns pacientes de emergência. À noite, ligamos o gerador e exibimos um filme sobre Jesus, apresentado em linguagem tribal tucana, baseado no evangelho de Marcos. Cada aldeia indígena tem um prédio chamado Salão Público, no bairro. Esses edifícios são geralmente precários. Não existem paredes, apenas o telhado. Nosso grupo colocou uma rede no salão público e foi para a cama. Se a vila indígena estiver na selva e não perto do rio, faz muito calor no meio do dia e muito frio durante a noite. Haja vista este fato, eu costumava sofrer de frio, mas agora eu carrego um saco de dormir. No entanto, senti muito frio à noite, nesta aldeia, porque o saco de dormir que levei era fino e, por estar exposto à baixa temperatura, tive a minha respiração dificultada, o que ocasionou uma gripe.

Às 0830 horas do dia 11 de agosto, partimos para nosso destino final, a Vila de Santo Atanásio. Todos os membros da equipe carregam seus pertences pessoais em suas mochilas, bem como os pertences compartilhados. Nossos ministros carregavam mais de 30 quilos de alimentos e equipamentos nas costas. Eu, excepcionalmente, desta vez, deixei a mochila para os irmãos indígenas carregarem e comecei a andar. Quando cheguei à aldeia Água Viva, após caminhar por cerca de 45 minutos, o filho do pastor Yoo Ki-won, Joseph, sentiu-se tonto, vomitou e apresentou sintomas iniciais de pneumonia. Então, o pastor e o filho acabaram por ficar na aldeia. Creio que por ele ter dormido no barco-hospital, na ventilação fria do ar-condicionado, acabou por acamar-se.

O Pastor Yoo Ki-won visitou a Vila de Santo Atanásio conosco há 5 anos. Ele é 1 ano mais velho que eu, tem 67 anos, e é responsável pela Igreja Anglicana em Brasília. O Pastor Yoo e sua esposa são pessoas preciosas. Sua inocência e sinceridade são características com as quais o mundo não sabe lidar. Brasília é uma região pouco habitada por coreanos. Na igreja onde ele pastoreia, apenas quatro famílias se reúnem. Porém, para o trabalho missionário, patrocinam mais do que qualquer outra igreja no mundo, inclusive o nosso ministério. O pastor tratou muitos pacientes, há 5 anos, por meio de um instrumento chamado Sujok Tim. Então, ele voltou para a Amazônia com seu filho, que será pastor daqui a 5 anos. Ele iria caminhar pela selva comigo e conversar muito, mas por causa da enfermidade que acometeu seu filho, teve que ficar na Vila de Boca de Traíra e cuidar dele. Que Deus abençoe o ministério remanescente do Pastor Yoo para que ele possa ser mais e mais usado no futuro!

A trilha na selva, de 8 quilômetros, está sempre cheia de aventuras. Raízes estreitas e grandes, de árvores, se espalham aqui e ali e há muitos obstáculos. Existem muitos igarapés onde a água é coletada, e por isso é comum, ao se deslocar, escorregar. Antes, costumávamos sempre usar chinelos, mas agora os substituímos por sandálias do tipo “Crocs”, que possui mais aderência e, mesmo que você pise na água, seus pés estarão protegidos, permitindo que se desloque mais rapidamente neste tipo de terreno.

Chegamos ao povoado de Santo Atanásio às 12 horas. Fui até o córrego tomar banho, pois minha calça estava impregnada pelo suor da caminhada, com respingos de terra nos joelhos. A descida até o córrego é perigosa e a água é preta e gelada. Mas não pude hesitar porque tinha que retirar o suor. Sinceramente, tomar banho após uma jornada como esta é a maior dádiva que posso receber. Deus é bom!

Mais rápido do que nós, Fábio e Felipe chegaram na aldeia mais cedo. Fizeram fogo, cozinharam arroz, aqueceram feijoada enlatada (prato tradicional brasileiro feito com feijão preto e linguiça) e prepararam o almoço. Arroz e feijoada enlatada são os melhores alimentos para se consumir em aldeias, não existindo outro alimento. Vivo sempre em dívida de amor com Fábio e nossos ministros do seminário. Mesmo estando cansados e exaustos, eles primeiro me ajudam e cuidam de mim. Agradeço-lhes sinceramente por sua ajuda e os abençoo!

Naquela tarde, fizemos um plano para o dia seguinte e chamamos um agente comunitário de saúde para falar sobre esse plano. À noite, reuni as tribos locais e mostrei a eles o filme de Jesus do Evangelho de Marcos, exibido na noite anterior. E enquanto assistiam ao filme, foi feito mingau e distribuído. O problema é que tínhamos apenas 12 pratos e 12 colheres e havia cerca de 60 pessoas assistindo ao filme. Apesar de morarem no mesmo bairro, eu não podia pedir a eles que fossem para casa e trouxessem seus talheres. Eu só queria que eles esperassem e comessem. O mingau estava quente. No entanto, fiquei muito triste ao vê-los comer com os dedos. Eles estavam tão famintos que não conseguiram esperar e, por esse motivo, acredito que devemos compartilhar o amor e o evangelho com eles, no coração do Senhor.

No dia 12 de agosto, nossa equipe iniciou o tratamento médico conjuntamente com a do centro de saúde. Yoo Young-soo, ortopedista, a enfermeira, a psicóloga e nossa equipe cortaram os cabelos e tiraram fotos das famílias. Tive uma reunião com 3 professores da Vila de Santo Atanásio. Perguntei sobre a situação atual da escola na aldeia e apresentei a razão pela qual voltei a visitá-los: enviar os graduados da aldeia para o nosso seminário. Então poderíamos enviá-los para o bairro, fazendo-os estudar no seminário e no ensino fundamental e médio. Eles disseram que poderiam dar aos jovens uma oportunidade de educação. Conversei com os professores, com os pais e candidatos e pedi que concordassem até o dia seguinte à minha saída da aldeia. Esta aceitação deu-se porque ficaram convencidos de que entrar no seminário e terminar o ensino fundamental e médio seria de grande ajuda para toda a tribo.

Por volta das 1130 horas eu estava na vizinhança. O médico chamou uma enfermeira e deu o aviso de que a aldeia realizaria uma festa no Dia dos Pais, o que incluía o consumo de bebidas alcoólicas. Pediram, então, que nós esvaziássemos o salão público. Este foi um pedido inesperado: interromper o tratamento médico enquanto o festival era realizado. Foi inacreditável e embaraçoso, mas eu tive que fazer as malas e deixar a vila rapidamente. Lembrei-me do versículo que dizia para tirar o pó dos sapatos e sair da casa se me recusassem.

Caminhamos 8 quilômetros de volta, na selva. Eu ainda estava muito doente e cansado da caminhada do dia anterior. Houve também um acidente em que tropecei e caí frontalmente. Meu rosto não foi ferido, pela graça do Senhor e pelas orações dos santos. Voltei sob o sol escaldante e fiquei na Vila de Boca de Traíra até a outra noite, quando mostrei a segunda parte do filme Evangelho de Marcos que não pude mostrar no dia anterior. Também distribuímos mingau e pedimos que não bebessem álcool e adiassem o festival porque faríamos tratamento médico no dia seguinte.

Pela graça de Deus, os indígenas de Boca de Traíra e Água Viva receberam tratamento médico durante todo o dia seguinte. Mas todos os professores da escola tinham ido embora, então eu não pude explicar a eles o projeto que eu tinha planejado.

Após o tratamento, por volta das 17 horas, fomos para outra vila, Jacaré Branco, para um novo atendimento. Nos dividimos em 2 lanchas e fomos para lá. Mas em 2 dias, o rio secou. Essa redução da água do rio aumenta ainda mais o risco de navegação, expondo todos os seus obstáculos. Muitos troncos bloqueavam o centro do rio, causando instabilidade no barco. Alguns obstáculos tiveram que ser cortados com uma grande serra elétrica que havíamos comprado porque não tínhamos como ultrapassar o rio. Já viajei várias vezes com o irmão Marcelo. Porém, Yoo Young-soo, cirurgião ortopedista, Pastor Yoo e seu filho Joseph, nunca tinham feito esta viagem e vivenciaram todos seus momentos difíceis. Sou grato a Deus por vossas vidas, por terem suportado tantas lutas nesta obra que Deus me reservou!

Já estava escuro quando chegamos à Vila Jacaré Branco. A enfermeira e eu descemos do barco. Na entrada da vila, conheci algumas pessoas do bairro. Fomos recebidos por pessoas que já estavam bêbadas e inconscientes. O enfermeiro Jeremiah disse que eles eram muito violentos quando bebiam assim. Além disso, ela disse que não poderíamos usar o salão público. Então o melhor foi retornar para a Vila Maravitana, onde fica o posto de saúde.

Em uma noite escura, experimentando a dor de mais uma visita rejeitada, os 2 barcos navegaram pelo rio. O ar frio permeavam o meu corpo. Após 3 horas, chegamos à Vila de Maravitana.

Na manhã seguinte pensei em como estaria o povo de Maravitana. Tentei entrar em contato com eles, mas não consegui fazer nada porque beberam demais na festa do Dia dos Pais.

O que o Senhor quis me dizer quando eu tive que voltar da minha viagem assim?

A alegria que tive enquanto me preparava para a viagem e o amor pela tribo Hupda, a despeito de todos os tipos de dificuldades que eu sabia que enfrentaria, desvaneceu-se e meu coração afundou na dor pela rejeição, várias vezes. Pensava nos enormes preparativos e custos do Pastor Han Ae-kwon (Han Jong-seok) usados para esta viagem. Foi uma viagem missionária muito difícil, Tive um forte resfriado, muita febre e tremor no corpo. Além disso, tive uma reação alérgica muito forte, devido à alimentação instantânea. Uma forte urticária tomou todo o meu corpo. Não vos falo isso para que o vosso coração se entristeça. Não nego que me entristeci muito, mas ao voltar e orar, vejo que a boa mão de Deus esteve conosco! A semente foi plantada e voltamos todos com vida! Me alegro, pois as nossas vidas foram preservadas.

Voltei para o barco-hospital e cultuamos ao Senhor Jesus, junto com toda a equipe durante a noite. Minha mente levava-me a meditar na Palavra. Vinha à minha mente a seguinte passagem bíblica:

Mateus 11.2-10

Quando João, que estava na prisão, ouviu falar a respeito de todas as coisas que Jesus estava fazendo, mandou seus discípulos perguntarem a Jesus:
3 —O senhor é aquele que ia vir, ou ainda devemos esperar por outro?
4 E Jesus lhes respondeu:
—Vão e digam a João Batista tudo o que vocês estão vendo e ouvindo, isto é: 5 Os cegos veem, os coxos estão andando normalmente, os leprosos são curados, os surdos ouvem, os mortos são ressuscitados e os pobres ouvem as Boas Novas. 6 Feliz é aquele que não vê dificuldade em me aceitar.
7 Quando os discípulos de João Batista estavam indo embora, Jesus se dirigiu às multidões e começou a falar a respeito de João, dizendo:
—O que vocês esperavam ver no deserto quando foram ao encontro de João? Uma cana sacudida pelo vento? 8 O que vocês foram ver? Um homem vestido com roupas finas? Ora, os homens vestidos com roupas finas são encontrados nos palácios e não no deserto! 9 Mas o que é que vocês foram ver? Um profeta? Sim, e eu lhes digo que o homem que vocês viram é muito mais do que um profeta! 10 João é aquele a respeito de quem está escrito:
“Olhem, eu estou enviando o meu mensageiro antes de você,
 e ele vai à sua frente para preparar o caminho para você”.

Diante dos planos que fiz, não consegui, na minha visão humana, ter bom êxito. Contudo, o Senhor estava conosco, Ele se fez presente, guardando a nossa entrada e a nossa saída, Ele não nos deixou só. Mas havia desânimo e uma dor humana, por ter sido rejeitado. Pensando bem, quando passamos por apertos e rejeições na missão que Deus nos escolheu para cumprir, somos ali presenteados em penar os sofrimentos da rejeição que Jesus enfrentou.

Lucas 13:34: “Jerusalém, Jerusalém, que matas os profetas, e apedrejas os que a ti são enviados! Quantas vezes quis eu ajuntar os teus filhos, como a galinha ajunta a sua ninhada debaixo das asas, e não quiseste!”

Penso nesses momentos que somos privilegiados, quando passamos por rejeições. Quantas vezes Jesus quis ajuntar, cuidar, sarar e libertar, mas foi rejeitado. Louvado seja Deus pelas rejeições! Vim para o Brasil como missionário e fui ignorado e insultado. Então eu lembrei do ditado: "o Senhor veio à sua terra e não recebeu o seu povo". E eu aliviei meu coração, dizendo: "não é natural que eu tenha sido rejeitado?" Lembro-me do Senhor que veio a esta terra há 2.000 anos atrás, depois de sofrer rejeição novamente, nesta viagem. O Senhor foi rejeitado, mas havia morrido na cruz pelas pessoas que o rejeitaram. Então, orei com a ajuda do Santo Espírito de Deus: que o Senhor ame mais a tribo Hupda! Sei que a sua morte também foi por aquele povo! Que eles te reconheçam como Senhor e Salvador. Aleluia!

Louvo ao Senhor por me arrepender mais uma vez, embora o objetivo desta viagem não tenha sido plenamente alcançado. E mais uma vez, dou toda a glória ao Senhor, que incendiou meu coração para ser leal às almas perdidas! Gostaria de expressar minha sincera gratidão ao pastor Han Ae-kwon (Han Jong-seok) por sua disposição em cooperar com doações e orações para esta viagem. Que o bom Deus vos recompense em tudo!


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